O que faz um Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras?

Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras (CBO 6225-10): Imagine acordar todos os dias para cuidar de uma pequena cidade de morangos, framboesas ou mirtilos. Esses heróis da horta são os responsáveis por garantir que nossos sucos, geleias e sobremesas estejam sempre frescos e deliciosos. Sem muita formalidade na escola, mas com a sabedoria adquirida na prática, esses profissionais aprendem a cultivar, colher e preparar frutas diretamente no campo. Em menos de um ano, eles dominam todas as habilidades necessárias, graças à assistência técnica e extensão rural. No entanto, não é um trabalho para os fracos de coração: o sol, a chuva e até mesmo a posição corporal desconfortável durante horas são parte do pacote. Mas, ao ver aquela colheita pronta para o mercado, toda a fadiga parece desaparecer.

  • Preparar o solo para receber as plantas frutíferas, garantindo que tenha as condições ideais para o crescimento.
  • Plantar e cuidar das espécies frutíferas, realizando os tratos culturais necessários para o desenvolvimento saudável das plantas.
  • Produzir mudas e sementes para expandir a área de cultivo ou repor plantas danificadas.
  • Colher e beneficiar as frutas, garantindo que estejam em perfeitas condições para o consumo.
  • Acondicionar as frutas para transporte e venda, protegendo-as contra danos durante o transporte.
  • Auxiliar na irrigação das plantações, garantindo que recebam a quantidade adequada de água para crescerem saudavelmente.

Ocupações relacionadas

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Quanto ganha um Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras em Rio Grande do Norte (Estado)?

Distribuição da remuneração

Remuneração por quartil, Top 10% e Top 5%.

Fonte: eSocial, RAIS, GanhaQuanto

No Rio Grande do Norte (Estado), foram levantados 4,900 profissionais que atuam como Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras, com uma remuneração média que gira em torno de R$ 1,532 e uma carga horária de 44 horas semanais. O primeiro quartil da remuneração se situa em R$ 1,425, enquanto a mediana também fica em R$ 1,532, com o terceiro quartil mantendo o mesmo valor. O topo dos 5% mais bem pagos recebe R$ 2,092.92, demonstrando uma discreta variação dentro da ocupação.

A remuneração dos trabalhadores no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no Rio Grande do Norte é próxima ao salário mínimo nacional, situando-se na faixa de salários baixos, onde a maioria das pessoas não está satisfeita. No entanto, a pequena variação entre o primeiro quartil e o top 5% sugere que, embora a margem de crescimento seja limitada, há espaço para melhorias salariais com o aumento de habilidades e experiência. Essa perspectiva de progresso, mesmo que gradual, pode trazer um sentimento de realização e motivação aos profissionais da área.

📅 Dados atualizados até 2025-07-31

Movimentação de Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras em Rio Grande do Norte (Estado)

O mercado de trabalho para trabalhadores no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no Rio Grande do Norte tem mostrado sinais de melhora. Até julho de 2025, o saldo de contratações foi de -856, representando uma redução de 88 em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo era de -944. Embora o número ainda seja negativo, esta é uma tendência positiva que pode indicar uma recuperação gradual na área agrícola.

Na esteira desta melhoria, o setor de cultivo de banana se destaca como o que mais está contratando, com um saldo de 38 novas vagas. Logo atrás, o cultivo de outras plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente contribuiu com 19 vagas. Outros setores importantes são o serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita, com 11 vagas, seguido pelo cultivo de mamão, que adicionou 8 oportunidades de emprego.

Contratações e Demissões

Número de contratações e demissões por trimestre.

Fonte: CAGED, GanhaQuanto

Saldo Líquido

Saldo líquido (contratações - demissões) por trimestre.

Fonte: CAGED, GanhaQuanto
📅 Dados atualizados até 2025-07-31

Veja também: Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras em outras regiões

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